sábado, 6 de fevereiro de 2016

RENATA, POEMA DE DANIEL COSTA


POEMA DE HOMENAGEM A RENATA MARIA PARREIRA CORDEIRO
 

RENATA


Mulher de letras intemerata
Na pose, na cultura, no amor também
Qual vulcão!
Seu nome Renata
Rê para os amigos, mas Renata Maria
Mais atraente, nome que tem
Com a sua aparente candura, ver-se-ia
Alma bela de poetisa, estrela reluzente
Emana amor, o grande senhor
Interiormente cadente
Exteriormente seu porte é amor
Quando ela passa
Passará a mulher feita tela? Não senhor
Se bem observada
É elegante, sua tez, olhos e alma
Sempre cadente o amor
Sua mente brilhante
Comparável a uma constelação
A um grupo de estrelas
Ao Cruzeiro do Sul, porque não?
Que não ceguem o brilho
Mesmo o esvoaçar cintilante
Bem observada de antemão
Passa uma mulher bela
Mente rica, a seguir seu trilho
Passa a singularidade de uma tela
É a Renata Maria com seu brilho
A grande Renata, mulher singela
Singularidade da pose e da cultura
Renata, se observada quando passa
Observando-a e meditando
Nota-se uma mulher escultura

Daniel Costa
 
http://danielmilagredanieldaniel.blogspot.com.br/