sábado, 19 de abril de 2014

NO RETORNO DA TERNURA


NO RETORNO DA TERNURA

O que me dá poesia
E me deixa a vida bela,
O que num brando roçar
Faz meu peito se agitar,
É sempre sentir o amor.
Saem rasgos de cetim
Da paz que se diz em mim.
Percorro os rumos sem dor.
Acaricia-me a luz
Olhos nos olhos, paixão.
Sinto teus dedos nas mãos
De apalpá-los, contê-los...
Elevo-me ao teu fervor
E nós dois, sem compromisso,
Prendemo-nos quais bichos,
E amamo-nos com doçura,
No retorno da ternura.

@ Renata Cordeiro





Entro pela tua alma distraída
Salto em tuas janelas
Sem tapumes, sem taperas
No mergulho da vida
Piso leve em teus sentidos,
Descobrindo teus esconderijos.

@ Renata Cordeiro