sábado, 19 de abril de 2014

NO RETORNO DA TERNURA


NO RETORNO DA TERNURA

O que me dá poesia
E me deixa a vida bela,
O que num brando roçar
Faz meu peito se agitar,
É sempre sentir o amor.
Saem rasgos de cetim
Da paz que se diz em mim.
Percorro os rumos sem dor.
Acaricia-me a luz
Olhos nos olhos, paixão.
Sinto teus dedos nas mãos
De apalpá-los, contê-los...
Elevo-me ao teu fervor
E nós dois, sem compromisso,
Prendemo-nos quais bichos,
E amamo-nos com doçura,
No retorno da ternura.

@ Renata Cordeiro





Entro pela tua alma distraída
Salto em tuas janelas
Sem tapumes, sem taperas
No mergulho da vida
Piso leve em teus sentidos,
Descobrindo teus esconderijos.

@ Renata Cordeiro



6 comentários:

Jorge disse...

Subtilmente erótico, este poema...Gostei!
:))

Evanir disse...

Páscoa é dizer sim ao amor e a vida.
É investir na fraternidade,
é lutar por um mundo melhor,
é vivenciar a solidariedade.
Que a alegria da Páscoa invada o
eu coração e o daqueles a quem ama,
irradiando luz para iluminar e fazer
brilhar o mundo em que vivemos,
enchendo-o de amor, saúde e paz.
Espero que fique em nossos corações,
para sempre, as marcas da nossa.
Amizade.
Um beijo carinhoso ,
Evanir..
Estou deixando mimos na postagem..
Ofereço com carinho.
TE AMO !!!

Sonhadora (RosaMaria) disse...

Minha querida Renata

Hoje passando para desejar uma Feliz Páscoa , plena de amor e paz, junto de todos que te são queridos.

Um beijinho com carinho
Sonhadora

PAULO TAMBURRO. disse...

RENATA,

neste seu versejar fica explícito que você consegue domar os irascíveis instintos animais que, dominam nosso corpo,quando simplesmente nos entregamos,e alvíssaras,vem depois o retorno e com ternura.

E vem sofrega, extenuada,ternura quase em estado extremo de absoluto abandono,abandono de um real, cuja ficha ainda não caiu e apenas zoeira confusa continua a percorrer nossa percepção.

Pós êxtase!

Que fica lamuriando, mesmo entre prazeres atendidos, um final do que poderia ser eterno.

Seria querer pedir demais, eu reconheço,que a maior dádiva do amor a dois, não cessasse.
Não cessasse a vida,e que desta forma tudo tivesse que voltar as mesmices, para depois começar tudo de novo.

Esperar pelo retorno!

Abração carioca e Feliz Páscoa.

Daniel Costa disse...

Querida Renata

O retorno da ternura é, realmente, muito ternurento, expressando bem a sensualidade que sempre te conheci.
Amei o poema, no seu todo.
Procura passar bem este Domingo de Páscoa.
Beijos de amizade

Lu Nogfer disse...

Olá Renata!

Passando para agradecer a tua presença no atitude e ja ficando tambem, pois gostei muito do teu terno versejar.

Beijinhos e boa páscoa!